terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

De Repente Amor - Capitulo 03



Ficha Técnica 

Titulo:  De Repente Amor

Subtitulo: (Sem subtitulo) 
Autor: Aldo Andrade 
Capítulos ao todo: 10 
Status: Completo 
PublicadoDisponível para venda!  
Ano: 2012 
Tema: Romance




Notas
  1. Os capítulos podem ter sido quebrados, ou seja, um capitulo no blogue se tornou dois.
  2. Possuímos autorização do autor para publicar o conto.
  3. Ajude o autor comprando o livro.


Este conto é inadequado para menores de 18 anos
Contem romance homossexual, insinuação sexual e violência.

Esta historia é baseada em fatos reais


Antes...

Eu havia pensado em muitas coisas menos em arranjar um novo amigo, ate li tudo parecia estar em seu lugar e eu estava ate feliz e nesse momento me toquei que estava atrasado novamente para a aula. Apesar do meu pequeno atraso a Sra. McFly permitiu a minha entrada e tanto a aula dela como a dos outros professores passaram rapidamente.

O relógio marcava meio dia e a cantina estava lotada, eu sempre me sentava na mesa dos atletas mas eu não queria me sentar lá, queria achar a mesa e que Adam estava ele é uma boa companhia, mas por mais que eu vasculhasse o refeitório eu não o via e nem mesmo o João Paulo cujo olhar me perturbava, como se eu fosse uma ameaça ou algo do tipo. O almoço passou e as aulas da tarde também se foram e o vazio voltara, não havia, mas nada a fazer se não voltar para casa.

Agora...

O sol iluminava o estacionamento do Sigma Hight, o Sr. Gordon havia planejado uma aula de campo para as suas turmas, dois ônibus iriam sair em três minutos. Eu havia chegado um pouco mais cedo e estava sentado em minha moto com os fones de ouvidos quando avistei Lisa – que para o meu azar havia chegado cedo – com um sorriso vindo em minha direção.

- Oi Lucas. – ela disse enquanto eu tirava os fones dos ouvidos.

- Ola Lisa – dei um breve sorriso e desviei minha atenção para os alunos que aos poucos chegavam.

- Que sorte termos o mesmo professor de biologia.

- É... – dei de ombros.

- Você poderia ao menos falar comigo direito. – ela retrucou.

- É? – olhei para ela.

- Eu sou Lisa Simpson e não admito que me trate dessa forma, sou sua namorada.

Dou uma risada.

- Era.

- Ainda sou sua namorada não posso sair desde que você pirou, já imaginou o que os outros vão falar se me virem ser você? – ela falou ultrajada.

Olhei para ela incrédula.

- É isso o que eu sou para você? Um acessório? Algo que você pode usar ate bem entender e quando não quiser mais jogar fora?

- Eu não quis dizer isso.

- Disse sim. Quer saber de uma coisa Lisa Simpson eu não sou seu namorado e não vou voltar a ser. Nem sei por que namorei você. Alias quer que eu te diga a verdade? Eu NUNCA gostei de você e vê se mantêm distancia de mim, não sou brinquedo seu e nem de ninguém.

Levantei-me da moto e me direcionei para o ônibus deixando ela para trás, o estacionamento já estava cheio de alunos e o Sr. Gordon havia chegado, ele estava com a prancheta com o nome dos alunos enquanto gritava:

- Vamos gente! Verde é bom...

Quando entrei no ônibus avistei Adam com um livro nas mãos entretido com a leitura nos últimos bancos, me sentei ao seu lado.

- Oi. – disse em meio a um sorriso.

- Ei – disse ele surpreso – Como vai capitão do time de basquete?

- Levando e você?

- Também...

- Mesmo pensei que você tivesse tudo... – disse em meio a um sorriso repetindo quase as mesmas palavras que ele havia me dito no dia anterior.

Ele riu.

- Pois é, veja você nem tudo é o que parece.

- Posso saber do que se trata?

- Questão amorosa.

- Esta namorando?

- Oficialmente... Sim, mas não sei que quero manter isso por mais tempo, estou sobre pressão constantemente.

- Hum... E o João Paulo não veio?

Ele voltou-se para o livro, ficou em silencio por alguns instantes e me respondeu depois de um longo suspiro.

- Não faço idéia.

O ambiente meio que ficou tenso então mudei de assunto.

- Vai assistir aos jogos de basquete dessa temporada?

Ele riu novamente.

- Não sou fã de esportes.

Era incrível como eu ria com ele, era estranho, mas eu gostava de falar com ele era como se os meus problemas não fossem nada e eu podia ate rir deles, quando dei por mim o ônibus havia parado e ele estava rindo da ultima coisa que eu havia falado. Era esquisito ver como estar com ele me fazia ser eu novamente como se meu pai não houvesse morrido e como se minha vida fosse completa.

Era difícil entender esses sentimentos estranhos que eu nunca havia sentido por ninguém, eu estava feliz e não queria perder tal felicidade. Ele sim é um amigo de verdade e eu podia ver que ele também gostava de passar um tempo comigo, este era o começo de uma bela amizade.


Aldo Andrade © 2012
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Reprodução de conteúdo concedida pelo autor a
Rutta to Kodama Project © 2012 - 2013
Aldo Andrade
Aldo Andrade

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