domingo, 10 de fevereiro de 2013

De Repente Amor - Capitulo 01


Ficha Técnica 

Titulo:  De Repente Amor

Subtitulo: (Sem subtitulo) 
Autor: Aldo Andrade 
Capítulos ao todo: 10 
Status: Completo 
PublicadoSim e disponível para venda!  
Ano: 2012 
Tema: Romance




Notas

  1. Os capítulos podem ter sido quebrados, ou seja, um capitulo no blogue se tornou dois.
  2. Possuímos autorização do autor para publicar o conto.
  3. Ajude o autor comprando o livro.


Este conto é inadequado para menores de 18 anos
Contem romance homossexual, insinuação sexual e violência.

Esta historia é baseada em fatos reais




Era inverno. As ruas começavam a ser cobertas por uma camada fina de neve. As crianças corriam na rua juntando o pouco de neve que havia para uma previa das guerras de neves que logo chegariam, junto com os bonecos de neve e a pista de patinação no centro da cidade.

Eu podia ver tudo isso pela janela da sala de aula do segundo andar do Sigma Hight, o Sr. Jhon – meu professor de química – dava aula em uma monotonia e tranqüilidade. Eu estava a observar felicidade das crianças, naquela época tudo parece ser mais fácil.

Tudo parecia estar no seu lugar agora, eu havia terminado com minha namorada – Lisa – que fazia parte das lideres de torcidas do time de basquete em que eu sou o capitão, alem de ser o mais popular do time, eu era rodeado de amigos, mas eu estava cheio de futilidades, de interesseiros e de falsos amigos.

O ultimo sinal soara e eu sair da sala como eu entrara sem entender o assunto. Caminhei pelo corredor em silencio, desci as escadas e sai pela porta principal indo em direção ao estacionamento, subi em minha CB650 prata, a liguei e fui para casa.

Minha casa ficava a 08 km da escola, eu morava com minha mãe – Raven – em uma cidadezinha em uma mansão ao norte da cidade, meu pai – Sam – morrera quando eu tinha doze anos e às vezes eu me sentia sozinho sem ele por perto e ainda me sinto um pouco sem rumo, como se não houvesse uma luz no fim do túnel par mim... Eu o amava... Minha mãe me ajuda e tenta ao Maximo minimizar a ausência dele.

O portão se abriu e eu entrei, coloquei a minha moto na garagem, dei a volta e entrei pela porta da cozinha onde dona Ângela fazia o jantar.

- Cheguei. – ri brevemente a abraçando.

- Como foi à aula Lucas? – ela retribuiu o abraço.

- Chata – abri a porta da geladeira – E a minha mãe?

- Ainda não chegou, quer comer algo?

- Não eu estou bem, vou para o meu quarto.

Para chegar ao meu quarto atravesso a sala de jantar e a sala, subo as escadas que há lá e sigo para o meu quarto. Eu tinha uma vista incrível do meu quarto que tinha o que você pudesse imaginar em tecnologia alem da cama, guarda roupa e o meu banheiro.

Deito-me na cama e olho para o teto branco, não era nada fácil entender o que se passava na minha cabeça, o porquê de eu estar me sentindo tão vazio por dentro, meu relacionamento com Lisa não era o que pensava que fosse tudo não passou de uma mentira contada mim mesmo que tudo tenha sido real para ela.

Eu estava perdido em alto mar e não havia nenhum farol a vista. Talvez meu pai soubesse como me guiar, minha mãe tinha problemas de mais com a empresa e eu não queria preocupá-la. Talvez se eu der tempo ao tempo tudo se encaixe e eu volte a ser como antes.

Não sei quando e que horas aconteceu, mas me perdi em meio à escuridão do meu quarto.

Meus olhos se abriram em protesto ao sol que atravessava a janela de vidro e iluminava o meu rosto. Olhei para o relógio e ele marcava oito e meia da manhã. Eu estava muito atrasado para a aula. Tomei um banho rapidamente, vesti o fardamento, peguei a mochila que eu havia deixado esquecida no canto do quarto e desci as escadas passei pela cozinha e peguei uma maçã e sai porta a fora sem ao menos ouvir o sermão sobre alimentação de dona Ângela que me olhava com cara brava enquanto eu acenava indo para a garagem.

Quando finalmente cheguei ao colégio a Sra. McFly dava sua aula de física, ela estava de costas para mim e escrevia algo no quadro e no exato momento em que entrei sem se virar para me olhar ela disse:

- Sr. Albuquerque esta atrasado e não assistira essa aula.

- Mas professora... – tentei argumentar.

- Sem, mas Sr. Albuquerque e quando sair feche a porta.

Dei meia volta e fechei a porta ao sair.

- Mais que merda!

Eu não podia ficar no corredor durante o horário de aula, se eu ficasse seria suspensão fora a bronca da minha mãe, então fui para o único lugar do colégio onde eu não teria problemas.

A biblioteca.

Ela era dividida em seções com enormes instantes de madeira intercaladas por mesas de estudo individuais ou grupais. Dirigi-me para à ultima seção que era onde ficavam os livros de literatura, o lugar era afastado e ficava bem próxima da seção de misticismo o que me fazia perguntar por que tínhamos aqueles tipos de livros ali, bem o que importava era que quase ninguém ia ate lá, a maioria não sabia daquela seção e geralmente todos evitavam a biblioteca.

Tirei minha mochila das costas e a coloquei em cima de uma mesa, o livro que eu queria estava na quarta prateleira ao lado das Crônicas de Narnia que eu havia lido no verão passado, peguei o livro e quando eu me virei para voltar para a mesa esbarrei em alguém o que nos fez cair no chão junto com os livros que carregávamos.


Aldo Andrade © 2012
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Reprodução de conteúdo concedida pelo autor a
Rutta to Kodama Project © 2012 - 2013
Aldo Andrade
Aldo Andrade

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